As primeiras reuniões do “sistema” ocorreram ainda nos anos 70 e quando Pinto da Costa ainda era seccionista do andebol do Porto, eram na confeitaria “Petulia” no Porto. Aí se começou a “desenhar” o “sistema”. Reinaldo Teles possui vários bares de alterne (casas de prostituição), onde se encontram com regularidade pessoas ligadas ao futebol, e onde eles enchem os bolsos da seguinte maneira: o presidente do clube A quer subir de divisão. Paga por exemplo 30 mil contos ao sistema, que por sua vez gasta 10 mil contos em árbitros, políticos, dirigentes, etc. Outro truque é levarem os árbitros ás casas de meninas, filmarem tudo e depois chantagearem-nos. Outro exemplo: o árbitro X tem algumas dificuldades monetárias, por exemplo para pagar uma letra, então o sistema empresta dinheiro. E depois exige-o de volta. Como o arbitro não pode pagar de imediato, torna-se escravo do sistema. Como resultado as vergonhosas arbitragens a que estamos habituados. Quem não se lembra do famoso caso dos “Quinhentinhos”? Na subida de Pinto da Costa ao puder, por intermédio de Pedroto, os jogadores fizeram greve e se não houvesse eleições não jogariam. Houve eleições. Nas sessões de esclarecimento de Américo de Sá(que era o presidente) aos sócios, o nosso “amigo” Reinaldo Teles arranjava uns capangas, para armarem porrada e as sessões nunca chegavam ao fim. Isto e a greve dos jogadores veio dar força a pinto da Costa que ganhou as eleições. Os jogadores pararam logo a greve e foi assim que o mafioso chegou ao poder(com dinheiro do dono da Petúlia, Ilídio Pinto), que mais tarde se mostrou desgostoso, pois tinham-lhe prometido a vice-presidência e depois nada. Só anos mais tarde chegou a dirigente do clube. Já agora, o Pintinho gosta de pensar em si próprio como o Al Capone português. O sistema e o clube do sistema não é FC Porto, são as pessoas que lá estão. Os sócios do Porto sem se aperceberem estão a alimentar uma máquina de fazer dinheiro. Mas o dinheiro que entra no clube é muito pouco, pois grande parte é para o sistema. Também há tráfico de droga. O autocarro do Porto foi revistado na portagem dos carvalhos há uns anos atrás e passados meses foi preso mariano (antigo jogador do Porto), que foi bode expiatório a troco de dinheiro. Com certeza já ouviram falar de Luciano de Onofro. Esse empresário trabalha com o Porto e alguns deles estiveram envolvidos no escândalo de corrupção do clube francês Olympique Marseille. Eles trabalham do seguinte modo: Compram um jogador médio e barato, ele faz uns jogos pelo Porto e depois é vendido a um clube estrangeiro amigo por uma fortuna. Nesse clube amigo, eles têm um treinador (normalmente um ex-treinador do Porto) que trabalha com a máfia ou um empresário de jogadores. Eles convencem esse clube a comprar o tal jogador do Porto por milhões de contos e normalmente é assim que é dividido o bolo: Sistema–50%, FC Porto-30%, o treinador ou empresário-20%. Para não dizerem que isto fou inventado ora vejam estes exemplos: Foram buscar o Jorge Plácido (uma amostra de jogador dos anos 80) mt barato, fez meia dúzia de jogos pelo Porto e depois foi vendido ao Matra racing de Paris. E quem era o treinador do Matra? O Artur Jorge. Pois, mainada. E o bolo desse negócio foi 20% para o Artur Jorge, 30% para o Porto e os tais 50% para o “sistema”. E ficaram todos contentes menos o Matra Racing. E as vendas de vários outros jogadores fizeram-se através de empresários amigos que infleccionaram o valor e o preço dos jogadores do Porto: Emerson (Midlesbrough), Domingos (Tenerife), Doriva (Sampdoria), Baía (Barcelona), Fernando Couto (Parma), Rui Barros (Mónaco), Folha (Standard Liége), Latapy (Espanha), Mielcarsky(Espanha), etc, a lista é interminável." .....isto ainda falava do krajl =)
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